sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Empurre a vaca..



Eu estava vendo alguns vídeos no youtube, quando me deparei com a parábola da vaquinha.

Essa parábola conta a história de um mestre que estava andando com seu discípulo quando avistou de longe um sítio e resolveu ir até lá fazer uma visita. Chegando lá encontraram uma família vivendo no meio da pobreza, sujeira e com roupas rasgadas.
O mestre, curioso, perguntou ao pai daquela família como eles faziam para sobreviver.
O pai entao, disse ao mestre que eles possuiam uma vaquinha, a qual fornecia o leite para o sustento dele e de sua família e o restante que sobrava eles vendiam ou trocavam por outros alimentos na cidade.
O mestre então, indo embora pediu para seu discípulo que estava com ele para que fosse até a vaca e a empurrasse em um penhasco. E assim foi feito, o jovem empurrou a vaca e a viu cair e morrer. 
Algum tempo depois, o jovem preocupado com o que havia feito com o sustento daquela família, decidiu voltar até o sítio para ver o que tinha acontecido. Chegando lá, se deparou com um sítio lindo, cheio de árvores e flores e se assustou pensando que aquela família tivera que vender o sítio para garantir seu sustento.
Encontrando o dono da vaquinha, o jovem o perguntou como ele conseguira tranformar aquele sítio e estar tão bem de vida. E o homem, respondeu: Nós tinhamos uma vaquinha que era o nosso sustento, mas ela caiu em um penhasco e morreu. Então tivemos que desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos e só estão, encontramos o sucesso!

E assim, deveria ser a nossa vida. Todos nós possuímos habilidades e competências que nem sabemos ter e que não são utilizadas porque não nos desapegamos do que é básico, costume. Ficamos parados no tempo, considerando a atual situação como agradável sem nem imaginar quantas dessas vaquinhas estão em nossas vidas e quantas habilidades poderiam serem desenvolvidas se nos livrarmos de pelo menos uma dessas vaquinhas.
O medo de mudar, de encarar situações diferentes nos privam de desenvolver capacidades e faz com que estas se mantenham ocultas. Se esta família ainda estivesse com essa vaquinha, talvez ainda estariam na mesma situação ou ainda pior.
A iniciativa de tirar essas vaquinhas do nosso caminho deve surgir de nós. Nós devemos ter a vontade de mudar e sair da zona de conforto. A nossa vida é composta de momentos bons e ruins, mas cada um de nós temos o poder de enxergar essas situação de acordo com o que queremos enxergar. Existem obstáculos no nosso caminho, mas temos o poder de escolher se queremos ser vítimas e ficarmos lamentando ou se vamos encará-lo e seguir em frente em busca do sucesso.
Se alguma vaquinha de sua vida caiu no penhasco sem que você quisesse, não é hora de ficar olhando para trás e ficar lamentando. Seja uma demissão inesperada, ou algo que você esperava e não aconteceu, é hora de tirar proveito disso. 
Precisamos passar por muitas coisas em nossas vidas para amadurecermos e ter orgulho de dizer que passamos por obstáculos e vencemos, e se vencemos foi porque não escolhemos ser vítimas de nossos problemas.

Achei nessa parábola um incentivo para minha vida e espero que motivem vocês assim como foi comigo.
Não fiquem com medo do novo ou desconhecido, existem obstáculos para serem superados. Vocês são capazes de coisas que nem imaginam!

Se alguem quiser ver o vídeo da parábola:

sábado, 12 de maio de 2012

Que tal quebrar um carro? Ou uivar como um lobo?

 Isso mesmo, essas são terapias nada convencionas, totalmente fora do comum, adotadas por uma empresa espanhola para aliviar tensões e estresse causados pelo trabalho. Essas terapias foram criadas pela empresa Stop Group (dirigida pelo espanhol Jorge Arribas ) que presta consultoria a outras empresas com o intuito de melhorar o ambiente de trabalho.São terapias consideradas bem próximas da loucura, mas, como diz seu dono " são capazes de solucionar os problemas emocionais dos mais altos executivos ). Interessante por buscar alternativas bem diferentes das utilizadas como massagens, férias, psicólogos, entre outras.
 A primeira delas criada pela empresa foi a "Destrutoterapia", que é onde toda a ira dos participantes é descontada em carros, quebrando-os enquanto tiverem necessidade. O tempo da sessão é de 10 min, depois há uma pausa para os instrutores perguntarem aos participantes como se sentem. Se houver necessidade de continuar quebrando podem ficar a tarde toda. Mas, segundo comentário do criador desta terapia, ninguém nunca ultrapassou duas sessões. Ou seja, esta tepapia realmente alivia as tensões. Na segunda etapa, os participantes são convidados a trabalhar em equipe "virando o carro" já com a sensação de alívio.
A "terapia do uivo": É isto mesmo que vocês devem estar pensando. Esta terapia consiste basicamente em uivar como lobos, abraçar árvores e estar em contato com a natureza. Engraçado né?! Mas ela é focada na improvisação, no domínio do medo e na tolerância às mudanças. É um bom exemplo de comunicação e de compreensão da individualidade, sendo que o foco não está no trabalho em equipe. Nesta terapia também existe algumas técnicas para a liberação das tensões corporais que se acumulam no corpo devido ao estresse no trabalho.
O que acharam? Será que essas terapias vão chegar até nós?

Quem tiver interesse em conhecer as outras terapias em baixo está o link para acesso.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/terapias-nada-convencionais-para-enfrentar-o-estresse-do-trabalho/54092/

terça-feira, 1 de maio de 2012


Esse vídeo é super inpirador pois fala sobre uma comparação entre a ÁGUIA e a GALINHA.
A galinha é um animal medroso, tem sua vida limitada ao terreiro, come somente os restos que jogam pra ela, cisca, é medrosa, não voa, não caça e seu final sempre é na panela!
Já a águia, totalmente diferente da galinha, voa alto até onde poucos podem chegar, é um animal raro, habita as montanhas mais altas, tem uma visão estraordinária, não come restos que é jogado pra ela, ela tem atitude de caçar para se alimentar, tem capacidade de se renovar ( troca penas, garras..).
São todas aves, mas são completamente diferentes.
Esse vídeo nos coloca a refletir sobre nossa vida, se estamos agindo como "galinha ou águia". Diz ainda, que precisamos nos livrar dessa vida limitada de galinha, devemos querer ir mais alto, buscar o impossível e ir onde poucos podem chegar.


Valorização do Capital Humano


  No novo contexto histórico, o tangível está cedendo lugar ao intangível. As pessoas estão se tornando um dos ativos mais importantes das organizações, que, em seu conjunto constituem o capital intelectual das empresas, daí onde se começa a busca por pessoas cada vez mais informadas e intelectuais.  
    Numa economia global e competitiva em que estamos vivendo, o conhecimento se torna a maior vantagem competitiva de uma organização, pois ele agrega valor real à empresa. Por isso é que as organizações estão mais preocupadas com o que deveriam saber do que com o que sabem.
    Empresas cada vez mais preocupadas com a perda de capital intelectual tem se voltado para RH, e para Treinamento e Desenvolvimento em busca de alternativas, pois, as pessoas constituem o capital humano das organizações e sem elas não seria capaz de sobreviver. Não basta apenas termos talentos em nossas empresas, precisamos focar no desenvolvimento destes talentos existentes, para que se desenvolvam e consigam agregar valores para a organização.
Abaixo, um mapa mental do artigo de Jayme Teixeira Filho "Recursos Humanos na Gestão do Conhecimento" que fala um pouco sobre as idéias primárias e secundárias do artigo de uma maneira clara e simples.


Cultura de Vencedores X Cultura Organizacional

Vivemos em um mundo onde somente admira-se a vitória, aquele que venceu todas as etapas e chegou em primeiro lugar. Deixamos de lado as pessoas que ficaram em outras colocações, isso é errado, pois muitas vezes aquele que chegou na segunda posição se superou mais do que aquele que chegou em primeiro lugar. O fato de deixarmos de lado os que tentaram mas não venceram faz com que deixem de tentar, por medo de perderem. É justamente por essa cultura que não sabemos perder, e queremos sempre a vitória. Sem nos lembrar de que quem foi vitorioso foi porque nunca deixou de tentar e ultrapassou seus limites. Ao contrário do que pensamos, as derrotas nos faz forte, nos faz ter a vontade de vencer, nos ensina, exige perseverança, paciência, e com ela aprendemos mais do que se estivéssemos apenas vencido. Ao vencer devemos ter a humildade de saber que vencemos, mas não sabemos tudo, não chegamos ao topo, temos a capacidade de buscar sempre mais, de continuar ultrapassando nossos limites. Quem não pode perder, também não pode vencer.
Não importa o patamar em que você esteja, o que importa é o seu aprendizado, a sua coragem de ir sempre mais. Não se sinta inferior por não ter conseguido desta vez, tente, tente e tente até que você consiga, e mostre a você mesmo o que você é capaz de fazer.

Não tenha medo de errar. É preciso olhar a vitória com a penitência do derrotado e a derrota, se digna, com o orgulho do vitorioso.


O mesmo vale para a cultura organizacional de algumas empresas, onde só é admirado aquele que conseguiu bater suas metas, alcançar seus objetivos. A cultura de uma organização é considerada a maneira pela qual ela aprendeu a lidar com seus parceiros. É uma complexa mistura de pressuposições, crenças, valores, comportamentos, mitos e outros que representa a maneira de trabalhar e funcionar desta. Esse vídeo é interessante pois ilustra o comportamento das pessoas dentro das organizações, de fazerem sempre a mesma coisa pelo simples fato de terem chegado e ser assim. Não sabem o porque estão fazendo, só sabem que sempre foi assim.
A cultura de uma organização ajuda a melhorar ou piorar o seu desempenho. Algumas pessoas preferem trabalhar dentro de uma cultura já existente do que tentar mudá-la. O que você pensa a respeito disso?

Qualidade de Vida no Trabalho


Nos últimos anos muitas empresas, por meio de ações e programas motivacionais vêm investindo na criação de bons ambientes, deixando de ser ambientes estressantes para se tornarem confortáveis e produtivos. Diversos fatores podem tornar o trabalho um ambiente agradável e proporcionar melhor qualidade de vida aos colaboradores. A QVT está sendo cada vez mais inserida dentro das organizações pelo fato de os colaboradores passarem a maior parte de seu tempo nelas.
     Para a empresa saber como agir para poder proporcionar um ambiente melhor de trabalho, ela deve em primeiro lugar reconhecer que os trabalhadores trabalham “com ela” e não “para ela”, sendo assim, ela deve prezar pelo bem-estar dos mesmos, pois os resultados positivos ou negativos irão refletir de maneira direta na organização.
     Muitas práticas inadequadas no ambiente de trabalho acabam gerando impacto negativo na saúde dos colaboradores e conseqüentemente na saúde financeira da empresa, ocasionando também baixa produtividade e alto índice de rotatividade. Como diz Dejours em seu artigo: Por um trabalho, fator de equilíbrio p.98, “A atividade profissional não é só um modo de ganhar a vida - é também uma forma de inserção social onde os aspectos psíquicos e físicos estão fortemente implicados. O trabalho pode ser um fator de deterioração, de envelhecimento e de doenças graves, mas pode, também, constituir-se em um fator de equilíbrio e de desenvolvimento”.
     O colaborador deve se sentir feliz e sentir que faz parte dos processos da empresa, portanto, buscar melhorar a relação entre empresa e empregados trará uma maior confiança entre as partes e maior espírito colaborativo. Os gerentes de linha e especialistas de GP envolvidos na Gestão de Pessoas são responsáveis por buscar assegurar um local de trabalho livre de riscos e desgastes desnecessários que possam provocar danos a saúde física e mental do colaborador. A QVT é um assunto atual e merece todo cuidado, pois ela depende de vários aspectos e se tornou fundamental no desenvolvimento das empresas.

 Terminando essa postagem vi uma reportagem no site http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/inca-identifica-19-tipos-de-cancer-que-podem-estar-relacionados-ao-trabalho/54760/ que fala sobre doenças relacionadas ao trabalho. Publicado ontem (30 de abril), o levantamento Diretrizes de Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho, divulgou pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), a identificação de 19 tipos de tumores malignos que podem estar relacionados ao trabalho. Esses dados servem de alerta para toda a população trabalhadora e para as autoridades, que devem avaliar as políticas públicas existentes, pois são doenças causadas pela exposião a agentes tóxicos, substâncias cancerígenas, entre outras. São várias as doenças relacionadas ao trabalho. Dentre elas, as mais comuns são: leucemia, câncer de pulmão, no nariz, de pele, na bexiga, na pleura e na laringe. De acordo com a coordenadora do estudo, Ubirani Otero "É importante que as pessoas prestem mais atenção a que tipo de substâncias estão expostos no seu dia a dia e que informem aos seus médicos sobre isso". Recomendo a leitura desta publicação para maiores esclarecimentos, pois devemos ficar informados sobre os riscos que nós e nossos futuros funcionários poderão estar submetidos. (Maisa-827)



Pessoas como PARCEIRAS da organização

As organizações não existem por acaso, antes mesmo de serem criadas elas já são direcionadas a produzir algum tipo de produto ou prestar serviços. Mas para que isso seja possível, elas deve contar com a colaboração das pessoas ( parceiras ) para que tudo aconteça como o planejado. As organizações são constituídas por pessoas, e só funciona quando essas pessoas estão nos seus postos de trabalho e são capazes de desempenhar as funções a elas dirigidas. Essas pessoas consideradas “parceiras” são: os fornecedores que fornecem os insumos, matéria-prima ou serviços; os acionistas e os investidores que permite o aporte financeiro para a aquisição de recursos; os empregados que contribuem através de seus conhecimentos, habilidades e força de trabalho e os clientes que adquirem os bens e produtos colocados no mercado. Cada um dos parceiros da organização contribui com algo, na expectativa de obter um retorno pela sua contribuição. Quanto mais satisfatório o retorno maior a vontade de continuar investindo. As pessoas vistas como parceiras trabalham em equipes, são interdependentes, focam os mesmos resultados, valorizam talentos, compartilham metas, enfim, são todos  indispensáveis para o sucesso da empresa pois têm os mesmos interesses e contribuem de alguma maneira para o resultado final. Esta imagem ilustra de maneira bem clara o assunto abordado acima. São pessoas que dão algo de si para obter um retorno satisfatório e alcançar o resultado esperado.